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Tratamento a laser HPV


Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)

Procedimento é pouco invasivo e permite a restituição completa da anatomia da região afetada

O tratamento a laser para HPV é um método considerado de excelência para as lesões do papilomavírus humano, garantindo uma cicatrização rápida e eficiente. Esta é uma técnica que se destaca por ser bastante precisa e pouco invasiva, que proporciona a destruição completa das feridas e permite a restituição total da anatomia da região que está sendo cuidada, sem prejuízo às suas características e funcionalidade.

Capaz de proporcionar bons resultados estéticos e funcionais, o tratamento a laser para HPV é uma metodologia cirúrgica que pode ser aplicada em áreas delicadas e de difícil acesso. Em geral, o procedimento é ambulatorial, sendo realizado com aplicação de anestesia local e geralmente apresentando boa resposta dos pacientes. Entenda melhor a respeito desta abordagem terapêutica a seguir!

O que é HPV?

Abreviação em inglês para papilomavírus humano, o HPV é uma infecção sexualmente transmissível que afeta as mucosas da boca, garganta, faringe, ânus, vulva, pênis e vagina. Existem mais de 100 tipos deste vírus, e cada um deles pode desencadear diferentes sintomas e alterações, levando a variadas evoluções e complicações. Pelo menos 40 deles estão associados ao desenvolvimento de tumores malignos.

A transmissão do papilomavírus humano ocorre a partir do contato direto com a pele ou mucosa afetada, geralmente durante relações sexuais — o que inclui não apenas contato íntimo com penetração vaginal ou anal, mas também pela boca. Em casos menos frequentes, pode ocorrer também a chamada transmissão vertical, feita de mãe para filho durante a gestação e o parto.

A infecção por HPV muitas vezes não causa sintomas ou alteração no organismo, e o sistema imunológico do indivíduo se encarrega de controlar a doença. Porém, o papilomavírus também pode ficar latente no organismo por meses e anos, manifestando-se apenas quando a pessoa apresenta uma queda na imunidade. Nessa situação, o mais comum é que surjam verrugas e lesões nos órgãos genitais.

Essas feridas podem ser únicas ou múltiplas, apresentando tamanho variado e podendo ser acompanhadas por coceira. Além dos órgãos genitais, toda a região pubiana pode ser acometida pelas lesões do HPV — o que inclui bolsa escrotal nos homens e colo do útero nas mulheres. Áreas extragenitais como mucosa nasal, oral ou laríngea também podem ser afetadas pela infecção.

Qual a importância do tratamento?

Como foi explicado, o mais comum é que a infecção por HPV não provoca sintomas ou alterações significativas no organismo, e muitas pessoas que carregam o papilomavírus humano sequer sabem que estão contaminadas. Como consequência, a transmissão pode ocorrer de maneira descontrolada quando não há cuidado adequado com a saúde e prevenção durante as relações sexuais.

Além disso, é importante ter em mente que a infecção por papilomavírus humano está diretamente associada ao desenvolvimento de câncer de colo do útero. O Instituto Nacional de Câncer estima que 99% dos casos deste tipo de tumor maligno estejam associados ao HPV, um número que acende um alerta para a importância do tratamento e controle da doença.

Além do colo do útero, a infecção por HPV está relacionada ao desenvolvimento de tumores na vagina, vulva, ânus, orofaringe e boca. Vale lembrar que o câncer é uma doença multifatorial, e contrair o vírus não significa necessariamente que o paciente terá tumores malignos no futuro.

Para saber mais a respeito do tratamento a laser para HPV e tirar suas dúvidas a respeito desta infecção, entre em contato e agende uma consulta com a Dra. Maria Emilia.

Fontes:

Ministério da Saúde;

Revista Saúde;

Instituto Nacional do Câncer.

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